pergaminhos de humanos humanos
em que espelho ficou presa a minha face?
desde nosso último amém,o adeus de cotia
o sabiá sabia já
não voltarias
para cá nunca virias
se não fosse pelos lábios meus,cheios de adeus
desde então saudade,meu poema
és meu epígrafe mais completo
o sufocar de almas que se vêem,
mas nunca se encontram
meu poema,és a sobra do nosso amor mascavo
que se perdeu nas léguas da distância
do tempo,esse inóspito carrasco,
cansaço
só de amor ninguém vive
saudade dói demais,quando
o teamo é cicatriz
e corrói
em que espelho ficou presa a minha face?
desde nosso último amém,o adeus de cotia
o sabiá sabia já
não voltarias
para cá nunca virias
se não fosse pelos lábios meus,cheios de adeus
desde então saudade,meu poema
és meu epígrafe mais completo
o sufocar de almas que se vêem,
mas nunca se encontram
meu poema,és a sobra do nosso amor mascavo
que se perdeu nas léguas da distância
do tempo,esse inóspito carrasco,
cansaço
só de amor ninguém vive
saudade dói demais,quando
o teamo é cicatriz
e corrói
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